
Laura Freitas nasceu em Itaperuna, interior do Rio de Janeiro, em 1967. Vive e trabalha em Niterói. Graduada em Educação Artística (1989), por 17 anos se dedicou à criação e produção de moda autoral, pintura em tecido e à maternagem de suas duas filhas. Sua pesquisa aborda os impactos do patriarcado, explorando temas como controle e violência sobre os corpos e a busca contemporânea por fugir do envelhecimento. A artista transita por diversas mídias, incluindo desenho, aquarela, fotografia, escultura, vídeo, performance e, principalmente, arte têxtil.
Frequentou a EAV Parque Lage (2013-2020), além de ter participado de grupos de orientação voltados ao debate sobre feminismos e políticas do corpo. Realizou as individuais: “(Re)colher-se”, na Galeria do Centro Cultural Paschoal Carlos Magno, Niterói (2016), com curadoria de João Carlos Goldberg; “Falo por um fio”, Galeria Cândido Portinari, UERJ (2019); “Quando nascer (ou morrer) não é uma escolha”, Espaço Cultural Correios Niterói (2019) e “Costurar fendas de outros tempos” (2022), todas com curadoria de Fernanda Pequeno; “Ventres” no espaço Atanã, em Niterói (2023), com curadoria de Luana Aguiar. Participou de mostras coletivas em instituições e galerias como Museu Victor Meirelles, Florianópolis (2025); Abapirá, Rio de Janeiro (2025); Galeria Lica Pedrosa, São Paulo (2024); Galeria de Arte UFF, Niterói (2022); Centro de Artes Calouste Gulbenkian, Rio de Janeiro (2020); CMA Hélio Oiticica, Rio de Janeiro (2019); C. Galeria, Rio de Janeiro (2018); Fábrica Bhering, Rio de Janeiro (2017), entre outras.
